Minha cadela esta grávida, e agora?

Não há dúvidas de que todos os nossos pets merecem ser cercados de carinho e atenção! E quando descobrimos que nossas cadelinhas estão grávidas, esse carinho e atenção devem ser redobrados.

Assim como nós, humanos, os cachorros também apresentam alterações hormonais durante a gravidez que podem influenciar em seu comportamento durante o período e até mesmo depois do nascimento dos filhotes.

Cadelas que se encontram grávidas neste momento podem ficar mais calmas, mais agitadas ou até mesmo mais agressivas, por tanto, é preciso ter paciência e saber como lidar com cada situação.

Para garantirmos uma gestação tranquila e saudável, devemos nos preocupar principalmente com o bem-estar e saúde das nossas futuras mamães, deixando-as sempre confortáveis e felizes.

Os passeios e brincadeiras continuam sendo indispensáveis nesta época, para distrair um pouco e exercitar os músculos, além de ajudarem a evitar o estresse das cadelas prenhas. Porém, os passeios devem ser mais curtos e em horários em que o sol não esteja quente. As brincadeiras podem ser feitas tanto dentro quanto fora de casa.

É importante também o acompanhamento de um veterinário durante todo o período gestacional, para verificar não só a nutrição e a saúde da mamãe, mas também o desenvolvimento dos filhotes.

Quando estiver próximo ao período do parto, podemos preparar um local para que sua cadelinha possa ter seus filhotes com todo o conforto. Então, você pode escolher um lugarzinho mais escondido, onde não faça frio e não haja tanta circulação de pessoas ou animais. Ali, ela vai se sentir mais segura. Depois de escolher o local, monte uma caminha ou “ninho” para ela ali, com cobertores e almofadinhas para ela se deitar e ficar quentinha junto aos filhotes.

A gravidez, por si só, já altera o estado normal do cachorro, tendendo a deixá-los mais desconfortáveis, portanto, todos esses cuidados vão ajudar a sua cadelinha a ter uma gestação menos estressada e mais tranquila, para que a chegada dos filhotes seja algo natural e prazeroso para toda a família!

 

Despersonalizando correções

Como corrigir comportamentos que ocorrem quando não estamos presentes? Essa é uma questão comum para tutores de cães que sobem em móveis, roem objetos ou roubam alimentos.

É muito importante entendermos que devemos ensinar aos nossos amigos peludos o que esperamos deles em determinadas situações e, somente depois, colocarmos essas situações à prova.

No exemplo de subir em móveis, devemos primeiro entender porque o cão está subindo em determinado local. Pode ser para dormir, para brincar ou para roubar algum alimento. Se for para dormir, precisamos fazer uma cama aconchegante e com o nosso cheiro para o amigo, estimulá-lo a usá-la, brincar nela e deixar uma roupa usada nossa junto para que ele se sinta seguro e confortável.

Somente após podemos pensar em algum tipo de bronca despersonalizada para que ele deixe de subir no sofá. De início, não devemos deixar o local do erro sempre disponível ao cão, somente durante os momentos de treino, para que ele não persista no erro e assim demore a entender o que queremos dele.

A bronca deve ser um barulho leve, porém desconfortável. Não pode causar um susto grande ao cão, pois não queremos lhe trazer nenhum trauma. Devemos poder ver o local do erro, mas o cão deve achar que não estamos observando. Assim que ele tentar subir ou se aproximar do local, fazemos o barulho e ele desiste de seu intento.

Com o passar das repetições ele vai perceber que ficar em sua cama é bem melhor do que tentar subir no sofá e ouvir aquele barulho.

Nas situações onde roer ou roubar objetos é o problema, devemos guardar qualquer coisa que o cão possa conseguir roubar e roer e introduzi-lo aos poucos em sessões de treino presenciais e depois em sessões similares à situação descrita acima, mas sempre avaliando a sensibilidade do seu cão ao barulho. O treino é específico para cada cão.

Já para os que roubam comida, devemos reforçar bastante os treinos de limite e ensinar o que significa a palavra “Não”, somente depois iniciamos os despersonalizados e começamos com alimentos de baixo valor para o cão até chegarmos aos de alto valor. Introduzir brinquedos interativos, aqueles com alimento dentro, é de grande valia nesses casos. Já que o cão entende que não precisa roubar para ter coisas gostosas.

Devido à grande diversidade de situações e aos diferentes níveis de sensibilidade de cada cão, o acompanhamento de um adestrador profissional é muito importante e pode acelerar os resultados enquanto pode avaliar com segurança o nível de sensibilidade do pet.

Caso tenha dúvidas, procure um profissional para te auxiliar.

Ideias e recomendações para o carnaval

 

O carnaval está chegando e nada melhor do que se divertir com o seu amigo peludo durantes as festas, né? Mas é preciso estar atento para que a folia seja tão divertida para ele quanto é para você.

Para isso, podemos observar alguns aspectos do comportamento do nosso cão para saber se ele está confortável. Além disso, é preciso dessensibilizar o medo dele com relação aos sons e objetos característicos da época.

Os cães têm ouvidos muito mais sensíveis que os nossos e a música alta pode incomodá-lo, então, não abuse do volume e ensine seu pet que músicas animadas não são perigosas e sim muito divertidas!

Treino

Comece com o volume baixo e vá aumentando gradativamente conforme seu animal se mostre alegre e relaxado. Caso ele fique desconfortável, afaste-o da origem do som e recomece o treino com mais incentivos de brincadeiras e petiscos.

O uso de fantasias pode ser muito divertido, mas se seu peludo não estiver acostumado com elas ele pode ficar estressado e não se divertir. Da mesma forma que você fez com o som, comece a acostumá-lo com os novos acessórios aos poucos, dias antes da festa, e caso alguma parte da fantasia o incomode muito troque por algo menos desconfortável.

A diversão de ambos tem que ser o alvo da festa. Portanto, se o seu amigo for um pouco tímido ou medroso não force sua participação. Deixe-o em um local calmo e confortável, longe dos estímulos sonoros e de preferência com uma peça de roupa usada sua junto para que se sinta confortável.

Após a folia, comece um processo mais gradativo de dessensibilização ou procure ajuda de um adestrador profissional para que ele possa aprender e se soltar mais e curtir com você no ano que vem!

Destruição de objetos tem jeito?

Divulgação / Foter

Quando aquele filhotinho fofo nos olha até esquecemos de seu poder destrutivo. Mas eles vão crescendo, destruindo e isso acaba nos fazendo questionar: o que fazer para que isso não vire um hábito que pode acompanhá-lo até a vida adulta?

É importante, para podermos entender o porquê das destruições, que saibamos sobre as mudanças físicas e psicológicas que ocorrem em todo filhote. O cãozinho, não tendo mãos, reconhece seu mundo através do focinho, absorvendo os delicados odores exalados no ambiente, através de seus potentes ouvidos, captando os mínimos barulhos, e através de sua boca, sentindo os gostos e texturas dos objetos que o rodeiam.

Após o desmame, a curiosidade invade o cãozinho e ele parte para uma exploração detalhada do local onde vive e absolutamente tudo o que encontra deve ser explorado de todas as formas possíveis.

Nessa fase é importante que o animal tenha à disposição brinquedos de diferentes formas e texturas, mas que sejam todos apropriados para sua espécie e idade, e que os objetos que ele não pode morder sejam deixados fora de seu alcance.

Assim como outros treinamentos, o de necessidades no local correto também deve ocorrer no mesmo período. O ideal é que o filhote não fique com acesso livre à casa sem supervisão. Assim, evitarem xixis fora do lugar e objetos indesejados destruídos pelo caminho.

A partir dos quatro meses, o filhote começa a troca dos dentes de “leite” para os fixos, assim como acontece com os humanos, e o desconforto e a coceira que sente nas gengivas é igual aos das nossas próprias crianças. Então, é muito importante darmos para eles brinquedos congelados com ração ou petiscos liberados pelo veterinário. O gelo ajuda a diminuir a inflamação nas gengivas e, consequentemente, a vontade incontrolável de roer qualquer coisa que apareça em sua frente.

Outro fator importante na destruição é o gasto de energia. Cada animal tem um nível de energia. Precisamos gastar não somente sua energia física, mas também a energia mental desses peludos.

Os brinquedos interativos, que são aqueles que colocamos ração ou petiscos dentro e, ao rodarem, eles dispensam pelo chão, ajudam muito o animal a gastar mais tempo na alimentação tentando descobrir como retirar o alimento dali. Com isso, o animal gasta energia física e metal junto.

Para complementar, passeios diários e bem estruturados, aqueles em que tutor e cão voltam cansados e felizes, fecham a lista para termos um cãozinho saudável física e psicologicamente, além de manterem os nossos chinelos e móveis inteiros e sem marcas de dentes.

Procure ajuda de um adestrador caso tenha dificuldade com o treinamento.

Compulsões: como solucioná-las?

Os comportamentos compulsivos podem ser muito nocivos, tanto para o animal como para o seu tutor, por isso é importante reconhecê-los para tratá-los. Esses comportamentos podem ser:

Motores: andar em círculos, perseguir a própria causa, pular incessantemente no mesmo lugar e perseguir luzes.

Orais: lamber as patas, o nariz ou outras partes do corpo até causar feridas, arranhar, roer ou lamber objetos, podendo chegar ao ponto de se machucar.

Agressivos: redirecionada ao próprio animal (rosnar e morder partes do próprio corpo).

Vocais: latir, miar ou uivar constantemente.

Alguns motivos recorrentes para esses tipos de comportamento são o tedio, o estresse e a frustação.

O estresse pode ocorrer com alguma mudança súbita no ambiente do animal, como a chegada de um bebê, o falecimento de algum membro da família ou uma mudança brusca na rotina da casa. Para resolver o problema devemos ajudar o animal a se adaptar às novas mudanças com atenção, exercícios físicos e mentais e disciplina com treinos de comandos.

O tédio também necessita de atenção parecida. Em ambos os casos o animal se beneficiará de brinquedos interativos (que colocamos ração ou petiscos dentro) para se distrair durante os períodos em que precisar ficar sozinho ou com menos atenção das pessoas da família.

Além dos brinquedos, da atenção e dos passeios, adestrar seu cão será uma ótima opção para vocês estabelecerem uma melhor comunicação e assim prezar pelo seu amigo, deixando-o menos frustrado ao tentar lhe dizer o que ele quer ou precisa para se sentir bem.

Alguns comportamentos podem ser mais complexos, como a lambedura excessiva devido à ansiedade de separação, então, nesses casos, a orientação de um profissional em comportamento poderá te ajudar a seguir o caminho certo.

Pets x Verão

Com a chegada do calor precisamos ficar atentos com nossos pets, principalmente com os mais peludos e os de focinho achatado (branquicefálicos).

Em relação aos pelos, podemos tosar ou diminuir seu volume. Vale consultar o seu veterinário sobre a melhor opção. Outra dica é fazer uma tosa higiênica mais alta, retirando os pelos da barriga até a altura das axilas, mas mantendo a pelagem das costas.

Já para os cães braquicefálicos, o cuidado deve ser maior e deve-se evitar muito exercício físico durante os dias mais quentes, além de sempre observar mudanças no comportamento do animalzinho, como arfar demais.

É importante também avaliar se o animal está fazendo repousos muito prolongados, pois este pode ser um sinal de alerta e o médico veterinário deve ser consultado neste caso.

Os passeios, em geral, devem ser evitados no período entre 10 e 17 horas. Uma dica é sentir, com seus próprios pés ou mãos, a temperatura do asfalto. Se você não conseguir ficar encostado nele por alguns segundos é melhor evitar o passeio e sair mais tarde.

Caso o seu cão precise usar focinheira, prefira as de metal ou as com bastante espaço de ventilação, para que ele possa arfar e trocar calor de forma adequada com o ambiente.

A hidratação também é um fator importante e por isso devemos oferecer mais opções de vasilhas com água ou até mesmo água de coco, caso seu peludo goste. Gelo na água ou cubinhos de gelo com ração e frutas, previamente liberadas pelo seu veterinário, podem ser uma ótima opção de diversão refrescante em um dia quente.

Para que esse verão seja bem aproveitado por você e pelo seu pet, fique de olho nos sinais que ele te dá, mantenha sempre água fresca e limpa, um local com piso frio e ventilado para que ele possa descansar e brinquedos divertidos e geladinhos para se distrair.

Passeios em rios, lagos e piscinas podem ser divertidos para os adeptos de um bom banho, mas nada de forçar o pet a nadar. Tente incentivá-lo com brinquedos e petiscos, ensine-o a sair do local e não o deixe sem supervisão. Segurança em primeiro lugar!

Boa diversão!

Massagem no pet!

Fazer massagem no pet pode ser considerado algo sem importância, porém, como os animais não podem falar, esse simples gesto pode nos ajudar a descobrir doenças, dores ou parasitas antes que se tornem problemas mais graves.

É importante que o ambiente esteja calmo e o pet esteja relaxado e acostumado a ser tocado, para dar início às massagens. Caso ele não esteja acostumado a ser tocado, ou não permita o toque em determinadas regiões do corpo, pode-se iniciar a atividade pelos locais que ele permite e ir aumentando a área aos poucos e com muito reforço positivo.

Se o seu pet ficar confortável com o toque, apalpe cada pedacinho dele como a cabeça, orelhas, patas e rabinho. Aproveite e perceba se há alguma coisa fora do comum na pele, dentro dos ouvidos, perto dos olhos ou entre os dedos.
Se o animal se sentir desconfortável em alguma área que ele nunca reclamou antes, pode ser interessante consultar o veterinário. Caso seu pet permita, olhe também dentro da boca e perceba como estão seus dentes.

Além de poder detectar alguma anormalidade com antecedência, agindo assim você também acostumará ele aos toques que vão acontecer durante uma consulta no veterinário, deixando-o mais calmo na ocasião.

Qualquer animal pode se beneficiar com a massagem: os mais velhos podem relaxar músculos cansados e ajuda a manter o tônus muscular e os mais jovens podem se acalmar com o momento relaxante.

Com os gatinhos é preciso prestar atenção e notar quanto tempo eles relaxam com a massagem e, se for necessário, dividi-la em sessões mais curtas para podemos percorrer todo o corpo do animal.

O importante é nunca forçar o amigo a ficar parado ou deitado. Podemos fazer uma ótima massagem com eles em pé também. O ideal é que todos terminem a sessão relaxados e satisfeitos.

Gatos e grávidas podem conviver?

Essa é uma dúvida muito comum entre as futuras mamães que convivem com gatos. Muitas pessoas acreditam que os bichanos são fonte de doenças para os humanos, principalmente a toxoplasmose, e que o convívio com eles deve ser evitado durante a gestação. Porém, estudos comprovam que não é bem assim.

A toxoplasmose é causada pelo protozoário parasita Toxoplasma gondii. Ela pode ser adquirida por meio da ingestão de alimentos contaminados – em especial carne crua ou malpassada, principalmente de porco e de carneiro – e vegetais que abriguem os cistos do Toxoplasma após terem tido contato com as fezes de animais hospedeiros.

No entanto, se a pessoa for saudável de um modo geral, o sistema imunológico a defenderá bem contra as ações do parasita, mantendo-o inativo dentro do organismo e impedindo assim que a pessoa volte a ser infectada por ele. Na gravidez, a doença pode ser passada para o feto e deve ser tratada imediatamente.

Os gatos podem transmitir a doença apenas através das fezes, por onde saem as formas ativas do protozoário, mas para que isso ocorra eles precisam primeiro serem infectados pela doença. Isso pode ocorrer através da ingestão de outros animais infectados, como pássaros e roedores. Por isso, se o seu gato não tem acesso à rua e a esses animais, o risco de estar infectado é mínimo. Para ter certeza, basta levá-lo ao veterinário e pedir um exame de sangue.

A maior fonte de infecção em humanos é a ingestão de carne crua ou verduras e legumes mal lavados, porém, para diminuir os riscos dentro de casa podemos simplesmente manter a higiene da caixa de areia do gato, limpar a caixa com luvas e lavar bem as mãos após terminar e, se possível, evitar que a grávida faça esse processo.

Com a informação correta e as precauções necessárias o gatinho pode conviver tranquilamente com a futura mamãe e proporcionar a todos momentos de relaxamento e felicidade com seu ronronar de alegria.

Como evitar que os cães pulem nas visitas

Tanto para cães de médio e grande porte quanto para os pequenos, os pulos nas visitas podem ser bem inconvenientes. Para os maiores, o peso é um problema e eles podem até derrubar os idosos ou as crianças. Já para os menores, as pequenas unhas podem causar estragos nas canelas dos distraídos.

Mas como evitar aquela recepção de festa e alegria no momento da chegada da visita, sem fazer com que o nosso pet associe a chegada de pessoas na casa com algo ruim?

Para isso, precisamos primeiro ter em mente qual a atitude que desejamos que nosso cão tenha nestes momentos. As ações corretas devem ser recompensadas, já que não adianta darmos uma bronca no cão sem que ele saiba qual deveria ser a reação que esperamos dele. Caso o cão fique confuso, ele pode começar a expressar outros comportamentos que também não desejamos, como latir.

Outra atitude muito importante dos tutores é instruir suas visitas de que o cão está em fase de treinamento e que, para que ele aprenda de maneira mais rápida e eficiente, a ajuda deles é fundamental!

Eles devem chegar na casa de forma calma e ignorar o cão durante aproximadamente dez minutos (ou até que ele se acalme), sem falar ou olhar para ele, com as mãos cruzadas no peito dificultando o apoio do cão quando ele tentar pular.

Assim que o cão se acalmar, as visitas estão liberadas para cumprimentá-lo, porém com calma. Deixe que eles brinquem livremente com o cão, mas sempre os lembrando de que se ele voltar a pular, a brincadeira e a inteiração devem acabar na hora, ou seja, ele deve voltar a ser ignorado.

Agora que temos uma situação previsível e estabelecida para o cão, que quando ele está pulando e agitado é ignorado, porém quando está calmo é recompensado com atenção e petiscos, é hora de fazer o bichinho entender a consequência de suas ações. Por isso, é fundamental que todos sigam as mesmas regras para que o amigo não fique confuso.

Para os cães maiores (e/ou muito eufóricos) o uso de coleira e guia pode ser necessário. Nestes casos, ensinar com consistência o “Senta” e o “Fica”, e praticar ambos na porta da rua, é muito útil, já que alguns cães têm mais dificuldade que outros na hora de se acalmar e, neste caso, os comandos estáticos podem ajudá-los.

Hotel e creche: benefícios e malefícios

Creches e hotéis para pets ainda são novidades em várias cidades do país. Mas uma realidade bastante útil na maioria das capitais. Estes serviços ainda despertam muitas dúvidas. Então, alguns pontos são cruciais para que você possa ficar sossegado e aproveitar suas férias ou o dia de trabalho sabendo que o melhor amigo está se divertindo com conforto e segurança.

Hotel

Na hora de escolher o local ideal para deixar o peludo é preciso muita pesquisa e, sempre que possível, a indicação de algum amigo ou conhecido que já usou os serviços do local. Cuidados como higiene e segurança são primordiais!

O hotel deve ter espaço separado para cães pequenos e grandes, controle de parasitas internos e externos de cada hóspede, locais separados para alimentação dos cães, pois eles podem brigar, e pessoas responsáveis pelos animais 24 horas por dia.

O ideal é que você leve o cão para passar uma noite no local uma semana antes de deixa-lo lá oficialmente, para que ele comece a se ambientar ao local novo e para que você analise como ele reage.

Alguns cães podem ficar muito assustados longe de casa (e até parar de comer), por isso, mande junto com ele alguma roupa sua já usada, bem como uma caminha, brinquedos e vasilhas de ração e água. Evite objetos novos e que não tenham cheiros conhecidos por ele.

Se mesmo com todo o preparo o cão não se sentir confortável, pode ser melhor que alguém cuide dele na sua própria residência. Ficar em um local estranho, sem o devido tempo para a ambientação necessária, pode ser muito estressante para o peludo e fazer com que ele desenvolva comportamentos ligados ao estresse, como destruição de objetos, se lamber ou latir excessivamente.

Gatos normalmente preferem ficar em seus próprios lares. Neste caso, um cuidador para trocar sua comida e água, limpar a caixa de areia e fazer brincadeiras é o mais indicado.  Quando não for possível, já existem no país alguns hotéis especializados em felinos, mas a ambientação pode ser mais demorada do que para os cães. É preciso pesquisar e começar o processo com mais antecedência!

Creche

Pode ser um ambiente muito importante na vida de alguns peludos, principalmente para aqueles que os donos trabalham muitas horas por dia ou que têm mais energia do que os tutores dão conta de gastar, também é preciso seguir algumas regras básicas de higiene.

Após escolher aquele local que mais lhe agrada e que segue as regras necessárias é preciso acostumar o cão a ficar de forma tranquila lá.  Alguns animais são muito sociáveis e, na primeira apresentação ao local novo, já se sentem à vontade e começam a brincar.

Para aqueles mais tímidos podem ser necessárias algumas visitas com a presença do tutor para que eles comecem a relaxar.

Saber comandos básicos como o “Senta”, o “Fica” e “Não” pode ajudar muito no processo e deixar o cão mais tranquilo.

Para aqueles cães que não foram sociabilizados quando filhotes, o processo todo pode ser mais demorado e é preciso perguntar na creche se eles têm um local mais reservado, apenas com cães mais tranquilos, para dar início ao processo de forma calma e gradual.

Mas caso o cão não se sinta confortável é indicado o acompanhamento de um adestrador profissional para que o cão não se assuste ainda mais e aumente o medo de outros cães.